CPI da BANCOOP

quinta-feira, 27 de maio de 2010
CPI da BANCOOP

CPI da BANCOOP

O tumulto marcou os trabalhos da CPI da Bancoop na última terça-feira, dia 25. A sessão acabou sendo encerrada pelo deputado do PT Vanderlei Siraque que se retirou do plenário e derrubou o quórum. O objetivo era impedir a fala do último depoente, Marcos Sérgio Migliaccio, conselheiro da Associação Edifício Cachoeira, representante de vários cooperados.

O principal depoimento foi o de Andi Roberto Gurcznska, que afirmou ter feito segurança pessoal do presidente da Bancoop, Luís Malheiros e que também foi contratado para fazer a segurança das obras da Cooperativa. Gurcznska disse ainda que, por três ou quatro vezes, ao emitir notas fiscais no valor de R$ 3.800 (valor de seu honorário), foi avisado de que seriam depositados, em sua conta, R$ 38 mil. A diferença, cerca de 34 mil, era retirada e entregue em dinheiro a Malheiro e a outros diretores.

Gurcznska contou também, que era frequente fazer a segurança de pessoas da Bancoop, inclusive Malheiros, que saia com envelopes lacrados do Banco Bradesco – agência Líbero Badaró – e entregava os mesmos a Vaccari Neto. O depoente abriu seu sigilo bancário e fiscal para provar que os valores foram depositados e sacados.

Os demais cooperados, Oscar Militão e Adalberto dos Santos Joaquim falaram de cobranças indevidas, empreendimentos inacabados e assembleias fraudadas para a qual não eram convocados cooperados e, portanto, as decisões sem validade.

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