A CPI da Segurança Alimentar, reunida na quarta-feira, 1, ouviu Letícia Rodrigues da Silva, gerente de Normatização e Avaliação da Gerência Geral de Toxicologia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que fez um apanhado do uso de agrotóxicos na agricultura do país e o que tem sido feito pela agência no intuito de regulamentar o uso destes produtos. “O crescimento da venda de agrotóxicos aumentou muito desde 2001, tanto no Brasil como nos outros países. O Estado de São Paulo concentra 30% da comercialização de agrotóxicos, tendo utilizado mais de 100 mil toneladas no ano de 2009. A produção se concentra nas mãos de poucas empresas, cerca de 13, que são responsáveis por 90% das vendas no mundo. Não somos contra a venda de agrotóxicos por outras nações, mas todos têm de passar por um controle de qualidade, independente do país de origem do produto”, declarou Letícia Rodrigues. A sessão presidida pelo deputado Bruno Covas (PSDB), contou com a presença dos deputados Roberto Massafera (PSDB), Simão Pedro (PT) e André Soares (DEM).
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CPI da Segurança Alimentar
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010CPI da Segurança Alimentar
quinta-feira, 25 de novembro de 2010Na quarta-feira, 24, os deputados da CPI da Segurança Alimentar ouviram o presidente da Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo (Feraesp), Élio Neves, que falou sobre o uso de agrotóxicos e suas consequências para os trabalhadores rurais e para a qualidade dos alimentos. O deputado Bruno Covas é presidente da CPI da Segurança Alimentar.
CPI da Segurança Alimentar
quinta-feira, 18 de novembro de 2010Na quarta-feira, 17, os deputados da CPI da Segurança Alimentar ouviram Marijane Vieira Lisboa, conselheira da Associação de Agricultura Orgânica e Delwek Matheus, coordenador estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra – MST para falarem sobre o tema Transgênicos, Orgânicos e Agrotóxicos. De acordo com Marijena “não existem níveis seguros para a utilização de agrotóxicos, e a longa exposição a estes agentes químicos leva a intoxicações alimentares. Na opinião de Delwek Matheus, a utilização de agrotóxicos na agricultura está relacionada a um modelo de produção esgotado. O deputado Bruno Covas é presidente da CPI da Segurança Alimentar.
CPI da Segurança Alimentar
quinta-feira, 11 de novembro de 2010Na terça-feira, 9, o deputado Bruno Covas, eleito presidente da CPI da Segurança Alimentar, abriu a sessão da comissão para definição dos temas que serão abordados pelos deputados. Serão eles: obesidade infantil e merenda escolar; transgênicos, orgânicos e agrotóxicos; educação para segurança alimentar e nutricional; apoio a pessoas com necessidades alimentares especiais e revisão dos indicadores e da composição química dos alimentos. Foram aprovados ainda requerimentos para convocação de 18 pessoas.
Bruno Covas é eleito presidente da CPI da Segurança Alimentar
quinta-feira, 4 de novembro de 2010O deputado Bruno Covas foi eleito presidente da CPI da Segurança Alimentar. Instalada com o objetivo de investigar as ameaças à segurança alimentar no Estado, a CPI terá como vice-presidente o deputado Ed Thomas (PSB) e como relator o deputado Simon Pedro (PT). São membros efetivos, além dos já citados, os deputados Roberto Massafera (PSDB), Estevam Galvão (DEM), Roque Barbiere (PTB), Jorge Caruso (PMDB), José Bittencourt (PDT) e Raul Marcelo (PSOL).
CPI pede intervenção do MP na Bancoop
terça-feira, 26 de outubro de 2010Relatório final, que será encaminhado ao governo, solicitará criação de linha de crédito para famílias lesadas pela cooperativa
Carolina Freitas
Parlamentares da CPI da Bancoop pediram a intervenção do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) na cooperativa habitacional, que, sob o comando de dirigentes petistas, lesou cerca de 3.000 famílias e desviou recursos para financiar campanhas eleitorais. A intervenção é prevista no caso de cooperativas que violem de forma contumaz a legislação ou estejam sob ameaça de insolvência por má administração. A Bancoop atende aos requisitos. O MP terá de analisar o pedido da CPI para decidir se ele será aceitou ou não.
O relatório final da comissão, com 81 páginas, foi apresentado e aprovado na tarde desta segunda-feira na Assembleia Legislativa de São Paulo. No documento, o relator da CPI, deputado Bruno Covas (PSDB), solicita ainda a exclusão da personalidade jurídica de cooperativa da Bancoop, para que os prejudicados por ela sejam considerados consumidores, não cooperados. Assim, as vítimas da Bancoop terão assegurados seus direitos.
A comissão vai encaminhar o relatório ao governo de São Paulo, para quem pede estudos para a criação, em caráter de urgência, de uma linha especial de crédito voltada para as famílias lesadas pela Bancoop. O objetivo é financiar a conclusão das obras inacabadas.
O relatório foi apresentado e aprovado em menos de cinco minutos. Na ausência do presidente da CPI, Samuel Moreira, o deputado mais velho da Alesp, Estevam Galvão (DEM), presidiu a sessão. A leitura e a discussão do relatório foram dispensadas pelos deputados da base governista presentes. Os parlamentares do PT chegaram dez minutos atrasados e não puderam sequer votar contra o relatório. Eles apresentaram uma manifestação contrária, por escrito, em 61 páginas, que será anexada ao texto.
Repercussão – Bruno Covas comemorou o resultado da CPI. “A comissão ajudou a jogar luz sobre este caso. Há anos os cooperados vinham protestando contra a Bancoop, sem achar solução”, disse o relator. “Com o Ministério Público na administração da cooperativa, ele poderá abrir esta caixa preta. Muitas informações foram negadas pela Bancoop.”
Os petistas protestaram contra a rapidez na aprovação do relatório. “Queríamos ao menos propor que João Vaccari Neto fosse ouvido pela CPI”, disse Vanderlei Siraque (PT). Vaccari foi convocado a depor na última terça-feira, mas faltou, alegando ter compromissos em Brasília. Ele é tesoureiro da campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
Entenda o caso – Em março deste ano, VEJA revelou com exclusividade que, após três anos de investigações, o Ministério Público de São Paulo havia posto as mãos na caixa-preta do esquema Bancoop e descoberto que dirigentes da cooperativa lesaram milhares de associados para montar uma operação que abasteceu a campanha de Lula em 2002 e encheu os cofres de empresas pertencentes a petistas. João Vaccari Neto, ex-presidente da Bancoop e tesoureiro do PT à época, foi apontado como o pivô do esquema.
Em resposta às acusações, petistas voltaram-se contra o promotor José Carlos Blat. Para eles, o promotor agia de forma a beneficiar setores do MP ligados ao tucano José Serra, com interesses eleitorais. Em 8 de março, tucanos reuniram assinaturas em número suficiente para a abertura de uma CPI e deram como certa a convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.
Após análise de extratos bancários de 2001 a 2008, o promotor Blat estimou que o rombo do esquema Bancoop podia passar dos 100 milhões de reais. E, ainda no início de março, foi criada a CPI da Bancoop na Assemblea Legislativa de São Paulo. João Vaccari Neto negou o desvio e o rombo financeiro. Classificou o caso de “ação eleitoral” e diz que houve apenas “desequilíbrio financeiro”.
Em 13 de março, mais uma reportagem de VEJA apontou a conexão entre os escândalos Bancoop e mensalão. A revelação está em uma série de depoimentos prestados por Lúcio Bolonha Funaro, considerado um dos maiores especialistas em fraudes financeiras, à Procuradoria-Geral da República.
Na última terça-feira, a CPI da Bancoop ouviu depoimento do promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo. Durante a sessão, o promotor pediu à Justiça abertura de processo contra João Vaccari Neto e outras cinco pessoas envolvidas no caso.
Caso seja aceita a denúncia, Vaccari e os demais citados passarão a ser réus e responderão a processo por estelionato consumado, tentativa de estelionato, formação de quadrilha ou bando e falsidade ideológica. Os ex-diretores da cooperativa, João Vaccari e Tomas Edson Botelho Fraga e a atual diretora, Ana Maria Ernica, foram denunciados ainda por lavagem de dinheiro.
Promotor do Caso Bancoop oferece denúncia contra Vaccari e mais cinco
terça-feira, 19 de outubro de 2010Veja On Line/Caso Bancoop
Caso a denúncia seja aceita, a Justiça poderá autorizar a quebra de sigilo bancário e fiscal de Vaccari e outros dirigentes da Bancoop
Carolina Freitas
O promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, pediu à Justiça, nesta terça-feira, abertura de processo contra João Vaccari Neto e outras cinco pessoas envolvidas no Caso da Bancoop, cooperativa de crédito habitacional que lesou cerca de 3.000 mutuários e foi usada pelo PT para desvio de dinheiro para financiamento de campanhas eleitorais – inclusive a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002.
Em depoimento à CPI da Bancoop, na Assembleia Legislativa de São Paulo, Blat anunciou a denúncia apresentada à 5ª Vara Criminal. Caso seja aceita, Vaccari e os demais citados passarão a ser réus e responderão a processo por tentativa de estelionato, formação de quadrilha ou bando, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
“Diante de várias circunstâncias graves, diante da prescrição penal, da cobrança do programa de proteção a testemunhas, analisamos esses cem volumes e, às 10h57 desta terça-feira, com a remessa nº 4344, o Ministério Público ofereceu a denúncia formal perante a 5º Vara Criminal contra João Vaccari Neto, Ana Ernica, Tomás Edson Botelho Fraga, Letícia Antonio, Henir Rodrigues de Oliveira, Helena Conceição Pereira”, disse o promotor. Três acusados, mortos em um acidente de carro em 2004, foram citados na peça do promotor, mas Blat, no caso deles, pediu a extinção de punibilidade.
Blat começou a depor às 12h10. A denúncia que apresentou tem 81 páginas. A Justiça poderá autorizar a quebra de sigilo bancário e fiscal de Vaccari e outros dirigentes da Bancoop, caso a denúncia seja aceita. “Temos indícios suficientes de autoria e materialidade contra vários diretores, ex-diretores e terceiros que participaram desta verdadeira organização criminosa, que fraudou milhares de cooperados que não receberam suas unidades habitacionais e foram achacados”, afirmou Blat na CPI.
Entenda o caso – Em março deste ano, VEJA revelou com exclusividade que, após três anos de investigações, o Ministério Público de São Paulo havia posto as mãos na caixa-preta do esquema Bancoop e descoberto que dirigentes da cooperativa lesaram milhares de associados para montar uma operação que abasteceu a campanha de Lula em 2002 e encheu os cofres de empresas pertencentes a petistas. João Vaccari Neto, ex-presidente da Bancoop e tesoureiro do PT à época, foi apontado como o pivô do esquema.
Em resposta às acusações, petistas voltaram-se contra o promotor José Carlos Blat. Para eles, o promotor agia de forma a beneficiar setores do MP ligados ao tucano José Serra, com interesses eleitorais. Em 8 de março, tucanos reuniram assinaturas em número suficiente para a abertura de uma CPI e deram como certa a convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.
Após análise de extratos bancários de 2001 a 2008, o promotor Blat estimou que o rombo do esquema Bancoop podia passar dos 100 milhões de reais. E, ainda no início de março, foi criada a CPI da Bancoop na Assemblea Legislativa de São Paulo. João Vaccari Neto negou o desvio e o rombo financeiro. Classificou o caso de “ação eleitoral” e diz que houve apenas “desequilíbrio financeiro”.
Em 13 de março, mais uma reportagem de VEJA apontou a conexão entre os escândalos Bancoop e mensalão. A revelação está em uma série de depoimentos prestados por Lúcio Bolonha Funaro, considerado um dos maiores especialistas em fraudes financeiras, à Procuradoria-Geral da República.
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Fabiana de Holanda
CPI Bancoop
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Na terça-feira, 31, não houve sessão da CPI da Bancoop por falta de quórum. Seriam ouvidos o presidente da Bancoop, Vagner de Castro e o doleiro Lúcio Bolonha Funaro que justificaram ausência solicitando mais tempo para se prepararem. Estiveram presentes os deputados Bruno Covas, Samuel Moreira, Ricardo Montoro e Waldir Agnelo.
CPI da Bancoop abre sigilo de 7 empresas e 8 pessoas
sábado, 3 de julho de 2010Ação atinge empreiteiras, fornecedores de material de construção e prestadores de serviços da cooperativa
Fausto Macedo – O Estado de S.Paulo
Por 6 votos a 2, a CPI da Bancoop aprovou ontem a quebra de sigilo bancário e fiscal de 7 empresas e 8 pessoas envolvidas com a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. A Bancoop está sob investigação por supostas fraudes e desvio de recursos para financiar campanhas do PT.
A medida atinge empreiteiras, fornecedores de material de construção e prestadores de serviços – Germany, Mizu, Mirante, Conservix, Saned, Amaro Cavalcante Construções e Irmãos Peruzo -, além de Hélio Malheiro, Andi Gurczynska, Walter Amaro, Ricardo Luís do Carmo, Marcelo Rinaldi, Alessandro Bernardini, Luís Malheiro e Tomás Edson Botelho Fraga.
É o passo mais importante da CPI, que até agora tomou depoimentos de cooperados que reclamam não ter recebido suas unidades. Também foram ouvidos relatos de profissionais que tiveram ligações com a Bancoop na gestão de Luís Malheiro, morto em acidente de carro em 2004.
A CPI espera encontrar nos extratos bancários e nas informações tributárias eventuais movimentações atípicas e patrimônio incompatível com rendas declaradas. Mais que isso, mira o destino do dinheiro dos compradores dos imóveis. “Os cooperados pagavam suas parcelas, as unidades habitacionais não eram entregues. Então, para algum lugar o dinheiro foi”, anota o deputado Bruno Covas (PSDB), relator da comissão e autor do requerimento para abertura do sigilo. “Colhemos provas testemunhais, agora esperamos obter provas documentais.”
O Ministério Público suspeita que o rombo na Bancoop soma R$ 100 milhões e define a cooperativa como “organização criminosa”. A promotoria criminal supõe que parte de recursos teria sido destinada a campanhas políticas do PT e prepara denúncia formal à Justiça por estelionato, lavagem de dinheiro e quadrilha. “Se esse dinheiro foi utilizado para pagar campanhas dos partidos dos dirigentes da Bancoop ou se foi para uso próprio desses dirigentes é o que vamos saber”, assinala Covas.
“A CPI é uma hipocrisia, vai ser um fiasco”, avalia o deputado Vanderlei Siraque (PT), que defendia a necessidade de a Procuradoria da Assembleia emitir parecer sobre a legalidade da devassa. “O sigilo pode e deve ser quebrado, mas do jeito que fizeram na prática jamais será aberto. Os requerimentos têm de ser individualizados e devidamente motivados por se tratar de direito fundamental. Fizeram pirotecnia. A Receita e o Banco Central são órgãos de Estado, não de governo.”
Matéria publicada em 30/06/2010 no site do Estado de S. Paulo. Clique para ler a notícia no site.
SP: CPI da Bancoop aprova quebra de sigilo de ex-diretores
sexta-feira, 2 de julho de 2010A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostas fraudes e outras irregularidades na venda de imóveis pela Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop) aprovou na sessão desta terça-feira requerimento de quebra dos sigilos fiscal e bancário contra ex-diretores, funcionários e prestadoras de serviço contratadas pela cooperativa. Segundo a Assembleia Legislativa, o placar de votos dos parlamentares foi de 6 a 2.
O requerimento do deputado Bruno Covas (PSDB) solicita que a Receita Federal e o Banco Central enviem cópias com dados fiscais e bancários de Hélio Malheiros, Andi Roberto Gurczynska, Walter Amaro Silva, Ricardo Luis do Carmo, Marcelo Rinaldi, Alessandro Bernardini, Luis Eduardo Saeger Malheiro e Tomás Edson Botelho Fraga, assim como sobre as empresas Conservix Limpeza e Serviços, Germany Comercial e Empreiteira de Obras, Saned Saneamento e Edificações e Comércio, Irmãos Peruzo Empreiteira e Comércio de Materiais para Construção, Mizu Empreendimentos, Mirante Blocos de Concreto e Amaro Cavalcante Construções.
Os convocados para depor nesta terça-feira, Tomás Edson Botelho Fraga e José Carlos Batista, não compareceram novamente. Eles também se ausentaram na semana passada. Tomás Edson havia justificado sua ausência por motivo de viagem mas, de acordo com a Assembleia, desta vez nada comunicou. O presidente da CPI, deputado Samuel Moreira (PSDB), informou que José Carlos Batista não foi localizado. Ele acrescentou que tomará providências para que os depoimentos sejam realizados nas próximas sessões da comissão, que devem acontecer em agosto, após o recesso.
Publicado no Portal Terra no dia 29/06/2010. Clique para ver esta notícia no site.







